terça-feira, 30 de agosto de 2011

Como faço para ensinar meu cão a fazer suas necessidades no lugar certo?

A velha tática de pegar o focinho e esfregar no lugar onde o animal defecou e repreendê-lo com palmadas não adianta. Essa medida inclusive atrapalha o aprendizado do cão, que vai ter medo do dono e defecar e urinar escondido. Repreendê-lo depois que ele fez no local errado também não é eficaz, pois o cão não assimila a bronca com o ato e, por mais que ele faça aquela cara de culpado, não vai entender porque está tomando uma bronca. O ideal é entender a rotina do cachorro e saber que hora ele faz suas necessidades (ao acordar, depois do almoço etc) e levá-lo ao lugar desejado na hora certa. Depois de fazer no lugar certo, elogie o cão, faça carinho ou dê um prêmio, como um biscoito. Se ele ainda não aprendeu, só adianta repreendê-lo na hora em que estiver defecando no lugar errado. Neste caso, deve-se criar uma situação desagradável ao cão, como fazer ruído com uma lata jogada ao seu lado ou bater com um jornal no chão. O cão nunca deve assimilar a situação desagradável ao dono. Se você não conseguiu surpreendê-lo na hora, limpe totalmente os dejetos - sem que ele veja - e, principalmente, não deixe nenhum rastro de odor.
Fonte: http://www.caocidadao.com.br/dicas_comportamento.php

Já nós da petloja oferecemos um produto que possa ajudar à você que ama seu animalzinho e quer que seu filhote aprenda o lugar certo desde pequeno!
Com o cocotrainer seu cãozinho aprende desde pequeno o lugar certo na hora de fazer suas necessidades, mas é claro de nada adiantará se não o elogiar ou fazer algo para agrada-lo se por um acaso ele comece a fazer neste lugar desejado!
Com este produto, será muito mais fácil adestrar seu filhote a fazer no lugar certo!


Modo de usoPela manhã, colocar duas gotas do Cocotrainer sobre um jornal próximo ao local onde o animal dorme. Deixar o filhote sobre o jornal até que tenha feito suas necessidades. Repetir o procedimento com um jornal novo e aproximar do local desejado.


http://www.petloja.com.br/eloja/index.php/cocotrainer-17ml.html

Linguagem Canina

Recebi o texto abaixo da Ju Lacerda, lá de MG.
Não tenho certeza da autoria, mas achei o mesmo texto no site Vira-Lata.
*Curiosidades* sobre o seu cãozinho:

  • Ele está latindo:
    Da mesma forma que você se expressa de diferentes maneiras, os cães têm vários tipos de latidos. Basicamente, pode expressar três coisas: um pedido, um aviso e a ameaça de ataque.

    Quando os latidos têm intervalos longos, do tipo "au......au......au", com uns 15 segundos entre os latidos, é porque seu cão está pedindo algo, como água, comida ou quer dar uma voltinha. Pode ser ainda que ele simplesmente queira que você abra a porta para ele entrar ou sair. Neste caso é provável que depois de latir ele corra e fique parado em frente a porta.

    O latido, de alerta ou de advertência é dado sempre que um estranho se aproxima e você pode conferir de vez se ele abaixar um pouco as orelhas, franzindo o nariz às vezes rosnando. Outro bom indicativo é reparar se os pêlos das costas estão eriçados. O latido tem intervalos menores entre um e outro, m ais ou menos uns 3 segundos.

    Agora, se ele disparar a latir como um doido, praticamente sem parar, é latido de ataque: ele quer defender seu território, ou o dono, sua comida ou até mesmo sua fêmea. A cara fica toda franzida, os dentes á mostra, as orelhas abaixadas para trás e ele pode avançar e recuar, pronto para morder.

  • Ele resmunga:
    O cão fica resmungando quando é deixado de lado. É praticamente um queixume, quase como se ele quisesse chorar. Se depois de resmungar ele não for atendido, é fatal que comece a latir.

  • Voltinhas em círculo e arranhões antes de dormir:

    Esse é um hábito herdado da vida selvagem, pois o cão precisava afofar a terra onde dormia. As voltas orientam a direção, norte ou sul.
  • Uma lambidinha:
    É um beijão em você, só que mais molhado. Trata-se da maior demonstração de afeto de um cão, especialmente quando lamber seu rosto e suas mãos, que são partes mais descobertas e, em geral, que estão em maior contato com o cão.

  • Balança o rabinho:
    Se a cauda estiver na posição normal, ele está hiper-contente. Se estiver entre as pernas, acuda porque seu cachorro está pedindo socorro. Cães habituados a fazer as necessidades fora de casa podem exibir esse jeitinho, porque estão "apertados".

  • Ele começou a uivar:
    No cio, quando os cães ficam separados das fêmeas, os machos põem a boca no trombone. Em grupo, também fazem isso. É uma herança dos antepassados. Pode ser ainda que o cão esteja uivando de fome ou de solidão, por isso, dê uma olhadinha nele e no seu prato.

  • Uma cutucada com o focinho:
    Ele só quer chamar sua atenção! Provavelmente, vai mostrar uns olhinhos bem pidões, de quem quer alguma guloseima, dar um passeio ou mesmo uns afagos na cabeça. A cutucada também pode vir acompanhada de uma patada rápida; este sim é um sinal evidente de "ei, olhe para mim!"

  • Cheira o rabo dos outros cães:
    Ele está cumprimentando outro animal da espécie canina. Funciona como "olá, amigo!" O cão identifica o outro através de um odor individual exalado pela glândula ad'anal, que existe na região.

  • Raspa a terra ou grama cobrindo as fezes:
    Segundo uma das teorias, o cão estaria fazendo um controle sanitário, pois encobre as fezes para que outro animal não se contamine com verminose ou outras doenças. Outra corrente acredita que o cão tem este comportamento devido a hábitos adquiridos no passado, quando precisava camuflar seus rastros, para evitar confrontos com possíveis inimigos.

  • Barriguinha para o alto:
    É o sinal de que "se entrega todo para você". Numa briga, por exemplo, quando o cão vira de barriga para cima é porque entregou os pontos. Nas brincadeiras, seu cão pode ficar nessa posição, que é uma forma bem legal de lhe agradar, mostra que você é mesmo o dono e que quer carinho.

  • Esconde objetos:
    É um comportamento herdado da vida selvagem, quando o cão estocava sob a terra a comida excedente, prevendo tempos de escassez. O costume se manteve e seu cão pode fazer também tocas ao ar livre, quando possível, ou procurar cantos escuros da casa, levando para lá todos seus objetos e brinquedos preferidos.

  • Esfrega, esfrega:
    Em geral, é uma brincadeira, um pedido de carinho. Se ele deitar no chão, com as patas para cima, não resista e divirtam-se juntos. Se ele ficar passando no meio das suas pernas, feito um gato, é vontade de ser acari nhado.

  • Ele fez cocô ou xixi nas suas coisas:
    Xixi nos cantos da casa é coisa de cachorro marcando seu território. Mas se andou sujando as suas coisas, em cima da cama, nos livros, é porque está de mal com você e deixa bem claro! Outra forma de demonstrar zanga canina pode ser despedaçando coisas suas. Nos filhotes, essa é uma atitude comum, mas aí é coisa de infância e basta falar num tom enérgico que eles se aquietam.

  • Ele persegue gatos:
    O cão vê os gatos mais como um divertimento do que como uma possível refeição. Estes animais despertam os instintos predatórios e inatos do cão, pois são pequenos, peludos, rápidos e estão sempre prontos a fugir. O cão consegue distinguir perfeitamente os diferentes gatos, e por isso pode conviver muito bem com o gato da família. É muito comum, por exemplo, que o cão persiga um gato estranho no quintal e depois se deite ao lado do gato da casa.


Fonte: Curiosidades sobre cães - Mãe de Cachorro Também é Mãe! http://www.maedecachorro.com.br/2008/10/curiosidades-sobre-ces.html#ixzz1WXO7jN4F 
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Ser cachorreiro






Você sabe o que é ser cachorreiro? 




Por Marcia Villas-Bôas


Quem é cachorreiro já nasce cachorreiro. É algum gene recessivo e misterioso que aparece numa criança de uma família onde, às vezes, só lá um ou outro gosta de cachorro.
O primeiro sintoma surge cedo, naquele dia em que a criança interrompe a paz de um almoço no lar e faz os pais engasgarem com o insólito pedido:
- Quero um cachorro. Pronto, começou o inferno dos pais e do minicachorreiro. É logo levado a uma magnífica loja de brinquedos, podendo escolher o que quiser, desde uma bicicleta até aquele carrinho cheio de luzes e sirenes.
- Quero um cachorro!
Ganha o carrinho e mais um monte de presentes, para ver se esquece do cachorro. Mas não tem jeito. Ganha tartaruga, jabuti, periquito, canário e até um hamster, mas nada disso satisfaz a ânsia de cachorreiro que já nasce em sua alma numa intensidade que assusta toda a família.
Se der sorte, ganha seu primeiro cachorro. Se não, vai ter mesmo que esperar crescer. Aí, enfim, livre das amarras familiares, começa a mergulhar fundo na criação.
Vem a primeira fêmea, o sufoco do primeiro parto, o acompanhamento dos filhotes, o medo da parvo, da corona e, assustado, resolve:
- Não fico com nenhum!
A ninhada cresce, começa a reconhecer o dono, a abanar o rabinho e pronto! A decisão, antes inabalável, sofre o primeiro impacto. Daí a uns dias, a resolução já é outra:
- Não me desfaço das fêmeas; só saem os machos!
Começou sua longa jornada de cachorreiro através deste mundo-cão. Daí para frente, passa a vida trocando jornais, fazendo vigília ao lado das cadelas que estão para parir ou dando remédio aos filhotes mais fracos.
O cachorreiro vai se afastando do mundo dos homens e admite mesmo:
- Não gosto de gente...
Programa de cachorreiro é visitar ninhada dos outros, pegar cachorro no aeroporto, levar às exposições ou pendurar-se no telefone para conversar com seus amigos cachorreiros... sobre cachorros. No começo, criar uma raça só já o satisfaz, mas logo dá aquela vontade de experimentar outra e lá vai ele pela vida afora, em meio a muitas raças e muitos cães.
As compras de um cachorreiro também são diferentes das compras de um ser humano comum: shampoos, cremes, óleos, gaiolas, enfeites... mas tudo para cachorro. Se algum amigo viaja para o Exterior e cai na asneira de perguntar: “Quer que traga alguma coisa para você?”, recebe logo as mais estranhas encomendas: máquina de tosa, lâminas, escovas, pentes... E tudo para cachorro.
Casa de cachorreiro é toda engatilhada, cheia de grades aqui e ali, protegendo portas e janelas. A decoração muitas vezes fica prejudicada com a presença de gaiolas e caixas de transporte na sala e nos quartos. Mas o cachorreiro não está nem aí e, como quem frequenta casa de cachorreiro é cachorreiro também, ninguém liga mesmo.
O carro do cachorreiro também não pode ser qualquer um. De preferência um utilitário com bastante espaço interno para caberem os cachorros e as tralhas todas nos dias de exposição. Banco de passageiros não é tão necessário, mas o espaço é indispensável.
Cônjuge de cachorreiro tem que ser cachorreiro também, ou a união pode sofrer sérios abalos e quando chega aquela hora fatídica, no meio de um bate-boca, em que o outro dá o ultimátum:
“Ou os cachorros ou eu!”, o cachorreiro certamente vai optar pelos cachorros. Velhice de cachorreiro é cheia de preocupações.- Vou morrer, e quem cuida dos meus cachorros?
Resolve, então, não criar mais nada e reza para que todos os seus cães partam antes dele, mas o coração não aguenta e, daqui a pouco, arranja outro filhote para cuidar, estribado na promessa de alguém que garante ficar com o cachorrinho em caso de morte do cachorreiro.
E, como ser cachorreiro é ‘padecer no Paraíso’, acredito que o bom Deus, na sua infinita misericórdia e eterna sabedoria, já tenha providenciado um céu só para os cachorreiros onde eles, junto com todos os seus cães, seus amigos cachorreiros, juízes, veterinários, etc., possam, enfim, levar uma vida tranquila e cheia de paz. Mas, como muita tranquilidade acaba ficando monótono, logo o cachorreiro fica espiando de longe o mundo dos homens, cheio de saudade, já pensando em voltar para cá e começar tudo de novo.
Fonte: http://www.pequenoscaes.com.br/materia-on-line-ser-cachorreiro.php


 Confira a história linda de uma cachorreira e seus 850 Animais




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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Fobias, medos e ansiedade em cães


Quem nunca viu um cachorrinho com medo de raios e trovões? Ou aquele que não pode nem passar perto de um banho e tosa?


Medos e fobias são comuns em cães, sua origem pode estar relacionada a um trauma sofrido ou a falta de exposição ao que provoca medo quando filhote. Predisposição genética a reações emocionais, ansiedade e reforços não intencionais de resposta ao medo por parte do proprietário intensificam ainda mais os medos e fobias.
Podemos caracterizar um sinal de medo, fobia ou ansiedade aquele animal que fica com a cauda abaixada, tenta se esconder, pede colo, late em excesso, choraminga. Aqueles que apresentam um quadro de pânico ainda podem apresentar taquicardia (batimentos cardiacos acelerados), taquipneia (respiração ofegante), vômitos e diarréia.
Para conseguirmos ajudar esse cãozinho a superar os medos, precisamos, principalmente, fazer uma mudança comportamental. Em casos graves, uso de calmantes, ansiolíticos, florais e outras drogas podem ser necessárias. 
Mudança Comportamental:
- Não se deve punir nem tentar confortar o animal quando ele apresentar fobia.
Para aquele que busca colo, durante a tempestade, antes de entrar no banho, por exemplo, não se deve dar afago.
- Dessensibilização
Exposição ao estímulo em um volume que não induza ao medo. O volume só deve ser gradativamente aumentado apenas se o animal permanecer tranquilo.
- Punição
Em alguns casos punir o animal por algum mal comportamento exibido pode ser necessário, porém deve-se tomar cuidado com a tecnica escolhida. Para alguns animais por exemplo, ficar forçadamente confinados pode ser ainda mais estressante e alguns chegam a se machucar na tentiva de escapar.
- Adestramento:
Também chamado de contracondicionamento, ensinar truques básicos como sentar e deitar, podem ajudar no momento que o animal demonstra sinais de medo, ajudando-o a relaxar e a ter um auto-controle.
Empregar as tecnicas de adestramento e dessensibilização de maneira inapropriada pode agravar o problema, por isso se você tiver dificuldade procure uma ajuda especializada de um profissional de comportamento animal ou adestradores.
É importante também entender que o quanto antes trata-se as alterações de comportamento, mais fácil para revertermos o quadro de fobia.
Filhotes, até as 14 semanas de vida devem ser socializados, pois assim diminue o risco do desenvolvimento de fobias. Um animal nessa fase da vida, não pode ir na rua, ou a banho e tosa, ou até entrar em contato com outros cães, já que ainda não está com as vacinas completas, porém, em contrapartida, recomenda-se que este animal frequente, NO COLO, ambientes que tenham outros animais, que ele veja, crianças, adultos, frequente locais com barulho e silenciosos e etc. O animal que presencia quando filhote uma Variedade ambiental, tende a se tornar equilibrado quando adulto.
Doenças degenerativas, principalmente ligadas a velhice também podem estar relacionadas ao desenvolvimento de medos e fobias.
Uma das doenças comportamentais mais comuns aos cães é a ansiedade de separação, uma doença relacionada à ausência de um ou de todos os membros da família, ou então quando o animal não tem acesso ao dono. Um típico cão que apresenta a doença é aquele que faz xixi na casa toda quando o dono sai, ou que late sem parar quando está sozinho, ou então lambe frequentemente as patas, chegando até a causar lesões nas patinhas.
Assim como nas fobias, a principal maneira para combater a progressão da ansiedade é com alteração comportamental, veja mais dicas no post sobre ansiedade de separação, clicando AQUI

sábado, 20 de agosto de 2011

Massagem Para cães


Os beneficios de uma massagem no seu amigo cão.



Dar massagens regulares ao seu amigo cão, é um grande benefício porque lhe proporcionará bem estar e ajudará no relaxamento dos seus músculos.
Segundo alguns veterinários, também melhora a força, coordenação e circulação sanguínea, restaurando sua flexibilidade. Também, aumentará os bons momentos de convivência entre você e o seu companheiro.
Vários estudos demonstraram que os donos que fazem massagem e acariciam seus amigos cães, mesmo sendo por um curto período, reduzem, significativamente, sua própria tensão arterial. Os pacientes de hospitais, quando convivem com os animais, fazem massagem e acariciam um cão ou gato, quase sempre melhoram mais rápido do que aqueles pacientes os quais não foi permitido dar-se ao luxo deste prazer.


Como fazer?


Para um melhor resultado, o bom é aplicar a massagem no cão, desde pequeno, apesar de que nunca é tarde para ser aplicada. Também vale para os cães adultos.
A massagem deve ser feita quando o cão esteja no seu colo ou no chão, em estado de relaxamento. Faça uma suave pressão com dois ou tres dedos, usando os movimentos circulares.
Comece fazendo massagens nas áreas específicas, como pelo pescoço e devagar vá indo pela lateral de suas costelas, utilizando seu dedo polegar de um lado das costelas e dedo índicador do outro lado. Sempre com movimentos suaves.
Durante a massagem fale suavemente e baixinho com seu cão, para ajudá-lo a relaxar.
Continue a massagem pelo corpo do seu cão. Embaixo das pernas é um ponto sensivel, por isto deve ser feito com mais cuidado e suavidade, até chegar embaixo de cada pata.
Fique ao lado do seu cão e friccione suavemente sua barriga com as pontas dos dedos em movimentos circulares.
Faça carícias também, na cabeça e sempre falando com ele em voz baixa.
Depois de terminada a massagem, de um prêmio delicioso para o seu cão.
Nunca obrigue o seu cão a aceitar massagens se ele não esteja disposto a isso.

Mais sobre massagem:

Cada vez mais, nossos cães compartilham de atividades e serviços que, até pouco tempo atrás, eram exclusividades humanas. Desde tecnologias médicas, a shoppings e galerias de arte. Mas você já pensou em fazer massagem no seu amigo canino? Quando, geralmente, pensamos em fazer uma massagem estamos com alguma dor ou desconforto físico e queremos melhorar, relaxar. Há, por exemplo, na Inglaterra a Canine Massage Therapy Centre (http://www.k9-massage.co.uk/), uma clínica de massagem exclusiva para cachorros que trata problemas de locomoção, apesar de ainda não ser uma terapia para cães reconhecida oficialmente. Nessa situação a massagem é utilizada na tentativa de ajudar a remediar algum problema já existente.
Há também a massagem feita com o intuito de investigar o corpo do cachorro, ajudando a descobrir possíveis problemas e, consequentemente, prevenir que piorem, pois identificando qualquer alteração podemos levar rapidamente nosso amigo canino ao médico veterinário, evitando que o estado se agrave. E essa massagens você pode e deve fazer em seu cachorro!
Como? Inicie como um afago que aos poucos vai se intensificando, e virando um carinho investigativo. Apalpe e mexa na cabeça, corpo, pernas, rabo, barriga, pele, pelos, músculos, ossos, patas, orelhas, ouvidos, focinho, boca, dentes. Fique sempre atento às reações do cão, que serão indicativas de haver alguma coisa errada ou não. Se ao fizermos a massagem ele demonstrar incômodo, desconforto, dor ou notarmos algo diferente devemos informar ao veterinário. Da mesma forma descobriremos os locais e como o cão gosta de ser tocado, que tipo de carinho mais lhe agrada. Quando mais você fizer a massagem melhor vai conhecer o cachorro fisicamente.
O médico veterinário também vai agradecer, pois o cachorro que recebe massagem se acostuma ao toque e manipulação, e vai deixar ser examinado com maior facilidade e muitas vezes até gosta. Além de você poder indicar com mais clareza o que está acontecendo de diferente com seu amigo canino.
Importante: massagem investigativa não substitui a consulta ao médico veterinário! Porém, colabora bastante, pois é uma forma de notar alterações no corpo de seu cachorro. Portanto, nunca hesite em levar seu amigo canino ao médico veterinário, pois apenas ele poderá diagnosticar qualquer problema e orientá-lo quanto às possíveis soluções.
Não podemos esquecer que para o cão deve ser divertido e confortável, por isso com o habito, ele ficará cada vez mais relaxado e aproximará a relação entre a pessoa que faz a massagem e o cão. Alguns cães ainda emitem aqueles sons de “hmmm que delicia”. Além de, é claro, ser muito satisfatório ver o cachorro gostando da interação.
“Quando adotamos o Nino da rua não sabíamos nada sobre seu passado. Pela dentição a veterinária disse que deveria ter entre um e um ano e meio. Todo descabelado e simpático, descobrimos, tempos mais tarde, que havia pernoitado em várias casas da região. Era sociável, mas um pouco medrosinho, fazia xixi sempre que nos aproximávamos de forma mais enfática. Ganhando a confiança aos poucos pudemos começar a fazer carinhos mais, digamos, investigativos. Mexe aqui, aperta ali, apalpa acolá, pressiona... tudo sempre com muito carinho e verificando a expressão facial e reações físicas dele. Afinal ele tem que gostar e não pode machucar. Se houver alguma indicação de desconforto ou dor avalio a intensidade do meu toque, mexo novamente e fico atenta àquela região. Posso ainda descobrir algo diferente, como um machucado, alguma alergia entre os dedos, um odor estranho vindo das orelhas ou boca. No Nino, que é inteiro cor de caramelo, fazendo esse carinho mais investigativo, conhecido também como massagem, descobrimos um único fio preto muito mais grosso que todos os outros. Nessa mesma ocasião notamos que havia algumas pequenas saliências nos dois antebraços. Ao mostrar para a médica veterinária tivemos uma surpresa, pois aquele fio era uma linha de operação de algum ponto interno e verificando as saliências descobrimos que eram pinos. Para certificar fizemos radiografias e veio a confirmação de que Nino tem uma placa de metal com seis pinos em cada antebraço. Descobrimos, assim, duas coisas, que Nino teve alguém que, de alguma forma, cuidou dele antes de nós e que não poderíamos fazer agility para não prejudicar e forças suas perninhas. E a partir daí ganhou mais um apelido: Bionicão, rsrs.”
Essa história é um exemplo simples da importância da massagem nos nossos amigos caninos.
Fonte:
http://blogdapepadoidacao.blogspot.com/2009/07/massagem-para-caes.html

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Você conhece o Zé?! Cap. 2

Até então contamos um pouquinho da história do Zé, quando nós chegamos até ele e então vamos continuar por aqui...
Dia 15 de dezembro foi quando finalmente encontramos um cachorro que parecia ser perfeito para nós, pois estávamos nos mudando para uma casa pequena então não poderíamos adotar um cachorro de grande porte, seria terrível a adaptação em um quintal minúsculo como o nosso e também queriamos um cachorro "calmo" e carinhoso (o interessante é que descobrimos que calmo não era uma qualidade do Zé), foi assim que chegamos até a Dandara, que foi o anjo que colocou o capetinha do Zé em nossas vidas
A Dandara nos contou que o Zé chegou até o petshop dela por vontade própria, se instalou num canto da loja e de lá ninguém conseguia tira-lo, ele também estava muito magrinho e machucado, com o pescoço em carne viva acreditamos que deviam te-lo prendido com arames e o maltratado, pois ele era muito desconfiado e medroso (sendo que medroso esse cãozinho ainda é), mais com o tempo ela conseguiu cativa-lo e levar o cãozinho até a casa dela, onde se encontram mais 3 "figurinhas de focinhos e 4 patas". Como ela já cuidava (e cuida até hoje) de 3 não tinha, infelizmente pra ela e felizmente pra mim, como cuidar de mais um, e assim nossos caminhos se cruzaram. Foi exatamente dia 13 de dezembro quando fomos até a casa dela ver o zé, que de primeira vista já marcou o território em mim e em minha mulher (com sua gloriosa primeira impressão, como chamamos).
Não vou ser hipócrita de dizer que de primeira aquele cachorrinho magrelo, feiinho e mijador tenha despertado meu Amor incondicional, pois não despertou!
Porém nos dias que se seguiram, quando íamos lá ele se animava e percebi que ele precisava exatamente do que eu precisava, um amigo que o protegesse! (apesar de que ele não nos protege nem da sua própria sombra, é o primeiro a pular no nosso colo quando o vento bate a porta com força, ou quando algo se mexe sem "avisar") Por algum motivo ele percebeu que estávamos ligados de alguma forma antes que eu pudesse dar conta!
E a partir daí nossas vidas (minha e de minha mulher) nunca mais foram as mesmas, afinal de contas tínhamos um cachorro muito "diferente" do que costumávamos ver por ai (não, ele não sabe falar), o que não foi um empecilho, mas apenas gerou engraçadas histórias que nos marcaram para o resto de nossas vidas e é claro contaremos cada uma delas semanalmente para vocês Petmaniacos, é só acompanhar o blog para saber o que o zé aprontou! (e olha que história é o que não falta!)


Obs: Preparamos um vídeo especial com algumas das fotos mais recentes do Zé, Segue a baixo o vídeo:



Até semana que vem e antes que me esqueça, divulgue para os amigos e dê sua opinião aqui em baixo!!!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

12 MOTIVOS PARA VOCÊ NÃO TER UM ROTTWEILER

  12 MOTIVOS PARA VOCÊ NÃO TER UM ROTTWEILER               
Ostara


1- NÃO ESCOLHA O ROTTWEILER SE O TUDO QUE 
VOCÊ PRECISA É DE UM CÃO-DE-GUARDA.

2- NÃO COMPRE UM ROTT SE VOCÊ NÃO
DESEJA DIVIDIR A SUA CASA E/OU A SUA VIDA COM ELE.

3- NÃO COMPRE UM ROTT SE VOCÊ NÃO PLANEJA
 INVESTIR TEMPO NA EDUCAÇÃO DO MESMO.

4- NÃO ESCOLHA UM ROTT SE VOCÊ NÃO TEM
 PERSONALIDADE ASSERTIVA.

5- NÃO TENHA UM ROTT SE VOCÊ NÃO GOSTA DE 
COMPANHIA CANINA, NÃO SE SENTE PRONTO PARA 
DEDICAR ATENÇÃO E AFEIÇÃO AO SEU CÃO.

6- NÃO ESCOLHA O ROTT SE VOCÊ TEM MANIA DE LIMPEZA, 
E NÃO CONSEGUE VIVER EM UMA CASA COM PELOS DE 
CACHORRO ESPALHADO PELO TAPETE DA SALA OU 
VARANDA DA SUA CASA.

7- NÃO TENHA UM ROTT SE VOCÊ É TOTALMENTE 
AVESSO A EXERCÍCIO FÍSICO.

8- NÃO TENHA UM ROTT SE VOCÊ ACREDITA QUE OS
CÃES DEVEM SER CRIADOS E DEIXADOS SOLTOS PELAS 
RUAS OU PROPRIEDADES ALHEIAS.

9- NÃO COMPRE UM ROTT SE VOCÊ NÃO ESTÁ PREPARADO
 FINANCEIRAMENTE PARA ARCAR COM TODOS OS CUSTOS 
DE ALIMENTAÇÃO, TREINAMENTO E SAÚDE EXIGIDOS.

10- NÃO ESCOLHA O ROTTWEILER SE O QUE VOCÊ PROCURA 
É UM CÃO DE BRIGA/RINHA.

11- NÃO COMPRE UM ROTT SE VOCÊ DESEJA UM CÃO MANSO, 
SEM NENHUM SENSO DE PROTEÇÃO/ASSERTIVIDADE.

12- NÃO COMPRE UM ROTT SE VOCÊ NÃO ESTÁ PREPARADO
 PARA SE DEDICAR AO CÃO POR TODA A VIDA DELE.

Se todas essas razões para não ter um ROTTWEILER não lhe fizeram
 sair correndo, talvez o ROTT seja, DE FATO, a raça correta para você!!
 De fato, você irá descobrir que um ROTTWEILER é um cão 
MARAVILHOSO. Nenhuma pessoa que tenha escolhido um ROTT
 de forma consistente se arrependeu...ABRAÇO A TODOS


Este texto foi reitrado de: http://euamomeurottweiler.blogspot.com/2010/12/12-motivos-para-voce-nao-ter-um.html




A Ostara NÃO morreu, vive feliz e MIMADA e este vídeo é um incentivo
a você que adora seu ROTT e quer fazer um vídeo lindissimo como esse!

Uma Organização amiga!!

Olá Petmaniacos... Nosso blog agora está fazendo uma parceria muito bacana com o Site DEDIA, que é um grupo que cuida de animais e tem outras iniciativas bem legais.
Trata-se de um grupo de associações autônomas que por ter em comum um amor incondicional e uma preocupação com os animais decidiu se dedicar ao bem estar desses queridos, acolhendo-os, providenciando lares, tratando de doenças e o mais importante, dando atenção e carinho.
Por se tratar de uma ONG (Organização Não Governamental) DEDIA não dispõe de uma renda fixa para poder cuidar desses queridos portanto, esta ONG está arrecadando fundos com a venda de camisetas e adesivos dos Defensores dos Direitos dos Animais. Para ajudá-los basta entrar no site DEDIA. Lá você acompanhará varias historias de adoção e poderá ajudar.

www.dedia.com.br
Adicionar legenda

sábado, 13 de agosto de 2011

Momento de reflexão


Até aonde vai sua amizade

“Até aonde vai sua Amizade”
Um homem, seu cavalo e seu cão, caminhavam por uma estrada.
Depois de muito caminhar, esse homem se deu conta de que
ele, seu cavalo e seu cão haviam morrido num acidente.Às vezes
 os mortos levam tempo para se dar conta de sua nova condição…
A caminhada era muito longa, morro acima, o sol era forte e 
eles ficaram suados e com muita sede. Precisavam
desesperadamente de água.
Numa curva do caminho, avistaram um portão
magnífico, todo de mármore, que conduzia a uma praça calçada com 
blocos de ouro, no centro da qual havia uma fonte de onde
jorrava água cristalina.
O caminhante dirigiu-se ao homem que numa guarita, guardava a entrada.
- Bom dia, ele disse.
- Bom dia, respondeu o homem.
- Que lugar é este, tão lindo ele perguntou.
- Isto aqui é o céu, foi a resposta.
- Que bom que nós chegamos ao céu, estamos com muita sede, disse o homem.
- O senhor pode entrar e beber água à vontade, 
disse o guarda, indicando-lhe a fonte.
- Meu cavalo e meu cachorro também estão com sede.
- Lamento muito, disse o guarda.
- Aqui não se permite a entrada de animais.
O homem ficou muito desapontado porque sua sede era 
grande.Mas ele não beberia deixando seus
amigos com sede.
Assim, prosseguiu seu caminho.Depois de muito caminharem
morro acima, com sede e cansaço multiplicados, 
ele chegou a um sítio, cuja entrada era marcada por uma porteira velha semi aberta.
A porteira se abria para um caminho de terra, com árvores dos 
dois lados que lhe faziam sombra.
À sombra de uma das árvores, um homem estava deitado,
 cabeça coberta com um chapéu, parecia que estava dormindo.
- Bom dia, disse o caminhante.
- Bom dia, disse o homem.
- Estamos com muita sede, eu, meu cavalo e meu cachorro.
- Há uma fonte naquelas pedras, disse o homem e indicando o lugar.
Podem beber a vontade.
O homem, o cavalo e o cachorro foram até a fonte e mataram a sede.
- Muito obrigado, ele disse ao sair.
- Voltem quando quiserem, respondeu o homem.
- A propósito, disse o caminhante, qual é o nome deste lugar?
- Céu, respondeu o homem.
- Céu ? Mas o homem na guarita ao lado do portão de mármore disse que lá era o céu!
- Aquilo não é o céu, aquilo é o inferno.
O caminhante ficou perplexo.
- Mas então, disse ele, essa informação falsa deve causar grandes confusões.
- De forma alguma, respondeu o homem. Na verdade, eles nos fazem um grande favor. Porque lá ficam
aqueles que são capazes de abandonar seus melhores amigos…
Texto tirado do site DEDIA:  http://dedia.com.br/